sábado, 24 de janeiro de 2015

Vão ser bonitos assim no raio que os partam


De cima para baixo e da esquerda para a direita: Stephen Amell(08/05/1981-Toronto, Canadá)-Touro, Henry Cavill(05/05/1983-Jersey, Channel Islands-UK)-Touro, David Giontoli(18/06/1980-Wisconsin-EUA)-Gêmeos e Jensen Ackles(01/03/1978- Dallas, Texas-EUA)-Peixes.

Eles salvam o mundo de várias formas. O primeiro, é o arqueiro justiceiro de "Arrow". O segundo, não salva ninguém, mas já fez uma versão de "Superman". O terceiro, é um "Grimm" e salva pessoas de ataque de monstros lendários de estórias infantis(não tão inocentes assim). E o quarto, Dean Winchester,  de "Supernatural" já salvou o mundo até do Apocalipse, seria "a casca" do arcanjo Miguel em sua luta contra Lúcifer, morreu centenas de vezes, já foi ao inferno e voltou, e combate qualquer coisa sobrenatural, junto com o irmão, Sam(Jared Padalecki, que ficou de fora do seleto grupo, mas é muito bonito também). Como estamos em uma fase meio estranha nesse mundo, se eu fosse escolher um time pra nos salvar, escolheria os quatro(que responsabilidade, hein?!). Mas, caramba, eles são bonitos demais. Os três primeiros, parecem irmãos. Jensen Ackles é o mais velho dos quatro. E Stephen e Henry quase estrelaram o não-lançado  filme "50 tons de cinza"(50 Shades of Grey), como o tão falado Christian Grey(sei lá se é isso - não li o livro. Li um trecho e achei um tédio). Algo me diz que fizeram bem. Eles levam jeito para super-heróis, mas já vi cenas de amor em filmes e séries com eles, e não surtiu o efeito esperado. Acho que a beleza é tanta que acaba atrapalhando. Mas, que é covardia com o resto do mundo masculino, é fato.
Nossa Senhora! Dá até dor-de-cabeça só de olhar.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Romeu e Julieta(1968) - a última foto/Romeo and Juliet(1968) the last picture.




Deixei para publicar por último, a foto que restou de minha coleção. Ela foi publicada em uma edição da revista "Desfile" de fevereiro de 1972(só a foto deve ter mais de 43 anos). Não sei como as pessoas conseguem tantas coisas que já foram publicadas. Eu ainda estou correndo atrás de imagens que até hoje não vi. Parece com a última do post anterior, mas não é. Era de uma coleção de pôsteres que eram vendidos na época que o filme foi lançado aqui. Curto um grupo no Facebook sobre Olivia Hussey e outro sobre Leonard Whiting e foi onde encontrei fotos incríveis. E, modestamente, colaborei com pouquíssimas coisas. Uma pena. Mas, muito pouca coisa foi publicada aqui no Brasil. Então, fica a foto da última noite de amor e da melancólica despedida entre os dois. Parece maluquice, mas nos meus sonhos existe uma livraria que tem livros, fotos, tudo sobre o filme. Tudo, é claro, conforme a minha imaginação. Gostaria que fosse possível mostrar, porque é tudo muito lindo. E, eu vou lá, de vez em quando. Espero que não acabe. Pelo menos, nos sonhos.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

O Tarô dos Mortos Vivos(Zombie Tarot)

Pode parecer piada, mas eu costumava ler tarô. Desde pequena, sempre tive interesse por assuntos esotéricos. Lia baralho comum mesmo, no chutômetro. Era engraçado, porque eu inventava muita tranqueira que não fazia o menor sentido(se é que hoje faz). E o tempo foi passando, e descobri o tarô de Marselha, com os arcanos maiores(22 cartas). E tem a versão completa, com 78 cartas(56 são os arcanos menores, correspondentes aos 4 naipes do baralho comum: paus, espadas, copas e ouros). Se dá pra adivinhar o futuro com isso? Não garanto. Vai do dia, do estado de espírito de quem lê, e de quem é o consulente(você). Varia muito. Mas, é interessante ver o significado das cartas. Onde o tarô nasceu e quando, não faço a mínima ideia, mas deve ter surgido com os ciganos. Se sobre eles já é complicado pesquisar, imaginem sobre a origem do baralho para ler a sorte.
Existem vários modos de colocar as cartas. Se você quiser uma leitura rápida, vá pelo sistema de 3 cartas(passado próximo, presente e futuro). Não considero o sistema de cartas invertidas, porque já uma confusão com elas do lado certo.
Não estou querendo ensinar, porque até eu tenho dúvidas. Mas, o que me fascina são os tipos de tarô. Eu tenho o básico(que toda boa "taroteira" deve ter - o de Marselha). As cartas dos arcanos maiores seguem na sequência(vamos ver se minha memória está boa, porque não vou pesquisar): O Louco(sem número), O Mago(I), A Sacerdotisa(II), A Imperatriz(III), O Imperador (IV), O Papa(V), Os Namorados(VI), O Carro(VII), A Justiça(VIII), O Eremita(IV), A Roda da Fortuna(X), A Força (XI), O Enforcado(XII), A Morte(XIII), a Temperança(XIV), O Diabo(XV), A Torre(XVI), A Estrela(XVII), A Lua(XVIII), O Sol(XIX), O Julgamento(XX) e o Mundo(XXI). Acho que a memória até que está funcionando(mas tenho dúvidas sobre A Lua - porque não gosto dessa carta). Bom, como em astrologia, tudo depende do contexto.

Aqui, um exemplo de cartas do tarô de Marselha.


Aqui, o meu precioso tarô, impresso na Bélgica, e que custou uma fortuna há mais de 25 anos. Os desenhos são lindos. Pelos desenhos, nem é necessário explicação.


Mas, o que estou querendo mostrar é o tarô mais hilário que já encontrei até hoje: "Zombie Tarot". Uma espécie de "The Walking Dead" esotérico. Existe uma loja na internet chamada "O Segredo do Vitório"(www.osegredodovitorio.com.br), que vende umas coisas muito interessantes. Nunca imaginei que ia achar algo do gênero justo lá. E dei muita risada ao receber o meu. Vem em uma caixa aveludada, com um minúsculo manual de instruções(bizarro). É pra levar na brincadeira mesmo, mas é igual aos outros tarôs. Só que esse é mais macabro, mas de uma forma peculiar.



E aqui, o Tarô dos Morto-Vivos(by Stacey Graham & Headcase Design). Minha foto saiu ao contrário.


Todo mundo podre. Mas, com esperança no futuro.

domingo, 23 de março de 2014

Romeu e Julieta(de novo, outra vez, novamente e sempre)

Grande parcela deste blog é dedicada a eles. Há 40 anos atrás, assisti a essa filme pela primeira vez. Eu tinha 11 anos(quem já leu postagens antigas, deve ter uma idéia da história, mas vou recordar). O filme era proibido para menores de 14 anos. E, de repente, eu pulei da Disney para a adolescência. E foi um impacto brutal. Tanto que dura até hoje. Descobri um monte de gente muito pior do que eu(graças a Deus) e vi que não sou só eu que sofro dessa patologia zeffireliana. Foi o impacto da paixão, da história, do filme, da música, de dois protagonistas lindos, com uma química perfeita. E fiquei completamente encantada. Passei anos, desde 1974, colecionando recortes de revistas(muito pouca coisa era publicada aqui no Brasil - pelo menos, eu não tinha acesso). Que me perdoem pessoas que ficaram sem páginas de revistas. Eu me declaro culpada. Não lembro o nome, mas na década de 70, era comum ter pôsteres de filmes nas paredes. Eram dois concorrentes. E nunca consegui comprar, porque eu era menina e a mesada não dava, ou não tinha o pôster no catálogo. Ano passado foi bem complicado, fiquei afastada de muita coisa. Mas, resolvi retomar pequenas coisas que me dão prazer. Uma espécie de "Amèlie Poulain" e sua paixão por coisas estranhas e incomuns.

A foto de Olivia Hussey, na capa da revista "Manchete" de 1969, foi uma das que mais deu trabalho para recompor, porque a foto é enorme.

Esta. foi menos problemática, porque é bem menor. Muita gente tem.


Esta, da cena do casamento, eu tinha como um mini-pôster e estava guardada há muito tempo. O tempo desbota qualquer coisa. Recuperar as cores não foi fácil.

Uma sequência de fotos de Olivia Hussey.

Uma menor, durante as gravações.

Pra finalizar, uma singela homenagem que fiz em vídeo. Toda vez que tentei, deu problema, mas desenterrei uma música em vinil, que é linda, e fez sucesso na trilha sonora internacional da novela "Primeiro Amor". A música é "See Me", e converti do vinil para o PC. É uma chiadeira, tem interferência, mas, mesmo com os recursos do programa, não consegui apagar. Bom, fica aqui a lembrança.

sábado, 22 de março de 2014

Sorte tem quem acredita nela?


Quem nunca se pegou pensando em como vai ser o futuro? Dependendo da fase da vida, isso pode virar uma dúvida constante. Quando eu era adolescente, e a coisa aparentemente mais importante da vida era encontrar o grande amor da vida(a tal alma gêmea) e "constituir" uma família, a gente parecia que ia entrar em parafuso. Eu me via com 15, 16 anos, querendo saber quem ia ser o tal "príncipe encantado" que viria me salvar de todo o mal, me proteger, e a gente iria morar numa cabana no alto de uma montanha, viver um grande amor e sermos felizes para sempre. E, você vai ficando mais velha. Continua pensando nisso, mas na minha época, a gente pensava em uma carreira também. Mas, o amor continuava mais forte, o grande ideal. E era o festival de cartomantes, quiromantes. Lembro de dona Alice, uma cartomante que atendia em um porão de uma casa, na rua Conselheiro Furtado, em São Paulo(já não existe mais: foi demolido), e a gente matava aula, faltava em consulta médica, podia estar toda podre, mas dia de consulta com dona Alice era sagrado. A gente chegava cerca de 07:00h pra ser atendida às 17:00h(nem SUS, nada era igual. E ninguém reclamava). Era interessante: ela descrevia fisicamente as pessoas que estavam envolvidas na nossa vida, falava a profissão(e acertava),como família, amigos, e os eternos amores de uma forma muito clara. Só que em termos de previsão, nada funcionava. Ela sabia o que fazia: como boa cartomante que era, ela dizia exatamente o que a gente queria escutar. Você iria gostar de entrar em um lugar, pagar para ouvir o óbvio? Claro que não. E é disso que esse pessoal vive: dos sonhos e esperanças das pessoas. Não acredito em má-fé. A gente acredita no que quer acreditar, mesmo que a verdade esteja escancarada. Algumas pessoas, por insistência, conseguem o que querem. Outras, não. Aí, é sua opção. Existe destino? Talvez sim. Mas live arbítrio também faz parte do jogo. A vida não obriga você a muitas coisas(em alguns casos, não há saída mesmo, como doenças, ou morte). A vida dos outros ao nosso redor também é importante. Você não joga tudo pra cima e deixa pra trás uma pessoa doente que depende de você, pra viver sua vida. Pra mim, seria impensável. Vai passar a vida inteira se achando injustiçado pelo destino, mas você, com certeza, não seria feliz se soubesse que teve que sacrificar a vida de alguém para poder buscar sua própria felicidade. Ela jamais seria completa. Eu leio tarô, faço mapa astral, e lá no fundo, vejo que em todas as fases que passei em minha vida não batem com nada que saiu. Não há como prever o futuro. Se fosse assim tão simples, como explicar os casos de pessoas que partem muito cedo e muitas não chegam nem à adolescência? Como dá pra falar que existe uma pessoa certa pra todo mundo? Aliás, o melhor é realmente não saber de nada. A prova está aí em cima: no tempo que tinha realejo, e o periquito puxava o papel, e o senhor que tocava ainda falava "carimba pra moça(sic)"(com uma bicada), saíram essas pérolas que postei. Não sei se dá pra ler as previsões(que deviam ser bem antigas mesmo, pela forma que eram escritas). Mexendo em coisas velhas outro dia, caíram de um caderno. E eu dei risada. Que eu sou uma boa pessoa, isso eu sei(alguém vai falar que você é ruim? Você é sempre bom. Ruim é sempre o outro). Os outros sempre têm inveja. A gente nunca(até parece). E nada do que foi previsto deu certo. Não fui "dedicada mãe de dois anjinhos" e nem encontrei o moço de bom caráter. Se ele existiu, a essa altura do campeonato não interessa mais. Porque tudo tem um tempo certo pra acontecer. E o mundo não gira ao redor de ninguém. Cada um constrói sua própria história, que não é melhor nem pior que a dos outros. Apenas diferente.